Como o nível de controle da família altera o processo de internacionalização da empresa familiar
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Como o nível de controle da família altera o processo de internacionalização da empresa familiar.

Como o nível de controle da família altera o processo de internacionalização da empresa familiar.

Agnaldo Antonio dos Santos

Orientador(a): Ilan Avrichir

Vários autores reconhecem que a literatura sobre empresas familiares (EF) e sobre a internacionalização dessas empresas em particular é deficiente. Esta pesquisa contribui para a superação dessa deficiência através do estudo de caso de uma EF brasileira que se internacionalizou, a Busscar. O processo de internacionalização dessa empresa teve a particularidade de ter sido iniciado enquanto ela era gerida por um membro da família e ter continuado quando essa gestão era feita por um não-membro da família. Essa condição permite comparar, num caso único, como esses dois tipos de gestores se comportam na internacionalização. Essa é uma questão relevante, na medida em que a gestão é uma das variáveis-chave do nível de controle, ou “familiarismo” da empresa familiar. A influência desse nível de controle sobre como se dá o processo de internacionalização de EF é uma das questões pouco tratadas na literatura. A comparação permite concluir que, quando sob a administração não familiar, a internacionalização ocorreu em velocidade maior, com escopo maior e com aceitação de risco maior.